

Agora da pra escrever nessa coisa decentemente.
Férias finalmente, depois de dois meses cheio de preocupações e uma semana praticamente em claro, e ainda com trabalho novo... mas enfim, é natal ( e eu odeio natal RS), fim de ano( isso eu muito gosto) e é tempo de fechamentos de ciclos gerais, aqueles que regem toda humanidade, q circula em conjunto, não só o nosso pessoal.
O meu ano foi fechado no sábado, depois de uma semana de muito trabalho, bem mal dormida (o que é dormir NE minha gente?!), sábado foi de lavar a alma, literalmente.
Eu lembro que á 15 anos, exatamente, eu fiquei em casa super triste, quase q esperneando, pq queria ir a um show no qual eu não entrava nem se eu estivesse acompanhada, claro, eu era uma pirralha, claro, era a turnê pra divulgar um chamado álbum “Erótica”, ou seja, nem por decreto eu entraria, embora naquele mesmo ano depois de muita crise de menina mimada eu ganhei o cd e vários outros daquela que se tornou minha primeira referencia de “ídolo”, depois vieram mais alguns; digo, alguns porque admirar e gostar existe vários, ídolos são alguns e a maioria está distante e mortos, e a Madonna foi a minha primeira referencia de pessoa a se admirar, e olha que eu nem sabia o que era isso direito na época. Pode parecer bobagem tudo isso, mas pra mim não é, nunca foi, eu sempre gostei daquilo que tinha cores, de pessoas que não tinham medo de ousar, de ser quem ela quisesse ser, que tivessem defeitos e não tivesse o menor puder e medo de falar demonstrar isso, q não tivesse problema em se mostrar humano. E sabe, ao contrário de muita gente, sempre vi e vejo uma humanidade enormeee na Madonna, uma insegurança quase de menina às vezes (isso fica tão explicito em “na cama com Madonna”, reparem nisso) e é isso que sempre me fez sentir próxima disso tudo.
Mas pra parar de rodear o mesmo assunto, eu só quero desabafar que sábado foi um dos melhores momentos da minha vida, sem exagero nenhum. Eu confesso que estava em momento de anestesia desde que comprei meus ingressos, eu não estava esperando, mas o dia chegou, e eu só me dei conta de fato quando sai correndo porta do estádio adentra e nossa, eu parecia uma louca gritando, mas tinha tanta coisa dentro de mim, foram 15 anos de espera, era a Madonna, tinha uma parte enorme minha nisso tudo, era o final do ano que representou a “volta pra casa”, tanta coisa... Eu juro que eu não acreditava que eu estava lá, é indescritível isso e não exagero, talvez “fanatismo”,mas eu me orgulho disso hahaha...Fiquei muito perto da grade que separa a VIP da Pista, isso porque eu cheguei “tarde” , perto da hora qual eu gostaria de chegar, fiquei horas naquela fila (o que foi bom, pq eu conheci pessoas interessantíssimas ), me queimei(pele de “boneca” neh?!), depois horas e horas na espera dentro do estádio e agüentando aquele DJ que até tentou, mas....A luzes se apagam e vc é levado para o começo da “fantástica fabrica de chocolate” e der repente aparece a DIVA.
De verdade, ela merece tudo, exatamente, tudo que ela tem, pela trajetória, pela inteligência, pela ousadia e principalmente pelo brilho que ela tem, pelo amor que ela tem por todo o trabalho que ela faz. Sim, amor, porque foi isso que eu vi e senti dela no Morumbi sábado, um amoré carinho enorme, e é por isso que tudo saiu tão caprichado e perfeito, em todos os níveis, técnicos e emocionais. Sabe o que eu descobri também? A generosidade dela, sim, porque o show foi tanto dela quanto de toda sua equipe. Aqueles bailarinos são um show a parte, a menina que faz a dança espanhola é um arraso. O que foi aquele senhor tocando aquele violino no spanish lesson, que alais, foram a grande surpresa, coisa mais linda e um espetáculo a parte, porque parece q é outro show, e sua finalização, com Madonna cantando “You must Love me”, emocionada, u me emocionei e como, deu para sentir cada parte daquela letra e ela estava cantando muito bem (nunca achei q o talento Del estivesse na voz, sou a fanática com noção, ok? OK) linda e emocionada, eu não resisti e “I Love you”, atrás um coro de mais de 70 mil pessoas “we Love you”. Coisa linda, pra não esquecer mais. A pequena introdução, da musica que ela nunca canta, que por acaso só é a minha predileta, “Rain”, valeu mais ainda a minha noite, principalmente por ter sido seguida por “devil wouldn’t recognize you” em cima de um piano MARA, alias, que letra maravilhosa e dolorida tem essa música, não?! Quando chegou “Like Prayer” (empata com rain nas minhas favoritas), eu já nem tinha mais voz, mas acho que ninguém mais tinha, mas foi o coro mais lindo que eu já vi e ouvi até “Give it to me” tava Mara, melhor final impossível, álias, pular ao lado daquelas pessoas, estarem tão perto da DIVA, ver q ela estava feliz e estava fazendo todo mundo feliz, FOI LINDO.Férias finalmente, depois de dois meses cheio de preocupações e uma semana praticamente em claro, e ainda com trabalho novo... mas enfim, é natal ( e eu odeio natal RS), fim de ano( isso eu muito gosto) e é tempo de fechamentos de ciclos gerais, aqueles que regem toda humanidade, q circula em conjunto, não só o nosso pessoal.
O meu ano foi fechado no sábado, depois de uma semana de muito trabalho, bem mal dormida (o que é dormir NE minha gente?!), sábado foi de lavar a alma, literalmente.
Eu lembro que á 15 anos, exatamente, eu fiquei em casa super triste, quase q esperneando, pq queria ir a um show no qual eu não entrava nem se eu estivesse acompanhada, claro, eu era uma pirralha, claro, era a turnê pra divulgar um chamado álbum “Erótica”, ou seja, nem por decreto eu entraria, embora naquele mesmo ano depois de muita crise de menina mimada eu ganhei o cd e vários outros daquela que se tornou minha primeira referencia de “ídolo”, depois vieram mais alguns; digo, alguns porque admirar e gostar existe vários, ídolos são alguns e a maioria está distante e mortos, e a Madonna foi a minha primeira referencia de pessoa a se admirar, e olha que eu nem sabia o que era isso direito na época. Pode parecer bobagem tudo isso, mas pra mim não é, nunca foi, eu sempre gostei daquilo que tinha cores, de pessoas que não tinham medo de ousar, de ser quem ela quisesse ser, que tivessem defeitos e não tivesse o menor puder e medo de falar demonstrar isso, q não tivesse problema em se mostrar humano. E sabe, ao contrário de muita gente, sempre vi e vejo uma humanidade enormeee na Madonna, uma insegurança quase de menina às vezes (isso fica tão explicito em “na cama com Madonna”, reparem nisso) e é isso que sempre me fez sentir próxima disso tudo.
Mas pra parar de rodear o mesmo assunto, eu só quero desabafar que sábado foi um dos melhores momentos da minha vida, sem exagero nenhum. Eu confesso que estava em momento de anestesia desde que comprei meus ingressos, eu não estava esperando, mas o dia chegou, e eu só me dei conta de fato quando sai correndo porta do estádio adentra e nossa, eu parecia uma louca gritando, mas tinha tanta coisa dentro de mim, foram 15 anos de espera, era a Madonna, tinha uma parte enorme minha nisso tudo, era o final do ano que representou a “volta pra casa”, tanta coisa... Eu juro que eu não acreditava que eu estava lá, é indescritível isso e não exagero, talvez “fanatismo”,mas eu me orgulho disso hahaha...Fiquei muito perto da grade que separa a VIP da Pista, isso porque eu cheguei “tarde” , perto da hora qual eu gostaria de chegar, fiquei horas naquela fila (o que foi bom, pq eu conheci pessoas interessantíssimas ), me queimei(pele de “boneca” neh?!), depois horas e horas na espera dentro do estádio e agüentando aquele DJ que até tentou, mas....A luzes se apagam e vc é levado para o começo da “fantástica fabrica de chocolate” e der repente aparece a DIVA.
De verdade, eu quero muito que ela seja feliz, porque ela me fez muito feliz no sábado.
Ela disse que esse foi o melhor publico dela, prometeu voltar mais em breve e sinceramente, eu acreditei, ela estava falante, feliz, irradiante é pouco. Sempre acreditei que a idade só faz bem as pessoas e ela é a prova viva disso, não dou mais que 35 anos pra ela no palco, linda, maravilhosa, amo hoje muito mais do que nos meus oito anos, admiro mais ainda, por ter chego até aqui melhor do que quando começou e isso não é pra qualquer um, digo isso não porque acho que vc tem que ser especial para se chegar a algum lugar, ou melhor, acho que tem que ser sim, tem q sentir lá do fundo e ver o quanto vc é especial pra merecer tudo isso, todo esse amor, tem que se por no pedestal e gritar pra todo mundo aquilo mesmo “I AM NOT YOUR BITCH”, sentindo cada palavra e acreditando que sonhos podem até serem sonhos, mas se vc quiser eles viram realidade na hora. Na verdade, funciona bem simples, pra se ter, é necessário crer e não é da boca pra fora. Admiro muito isso tudo nela, mas que ontem. Enfim, o show, pra mim, foi quase uma experiência espiritual, aprendi, chorei,doeu, foi maravilhoso, foi troca e quando se tem troca se vira experiência de verdade. Espero que ela seja feliz, que volte logo e q eu consiga transformar alguma coisa daquilo que eu entendi e senti no sábado.

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